todo conteudo que achei está :
assim como a vida dos chineses está normal
existe varios haplotipos , ou seja pode ser que só infecte alguns tipos de pessoas ou foi feito para um tipo especifico.



Pretende-se repassar informações atualizadas sobre evolução de uma forma nunca antes vista. Desenvolver o lado mental das habilidades físicas e extra - físicas, sem envolver hipnose, astral, outros manipulando sua mente. Tudo extremamente consciente e ACORDADO, NADA DE DORMIR OU DEITAR PARA SE FAZER UM TRABALHO.
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Encontra-se disponível online o novo documentário Plandemic 2 Indoctornation, dos mesmos criadores do documentário Plandemic, que foi censurado pelo Facebook, Twitter e Youtube. Neste novo trabalho de pesquisa e análise levado a cabo pelo Dr. David E. Martin e demais participantes neste projecto, você terá acesso à descrição e explicação sobre toda a infraestrutura e esquemas criminosos que compõem a “pandemia” de Covid-19, desde o simulacro efectuado durante o Evento 201 até ás patentes de coronavírus, passando pela origem do Covid-19, programas de vacinação e de engenharia social, promovidos pelo bilionário fundador da Microsoft, Bill Gates.
«…Guiado pelo trabalho meticuloso do Dr. David E. Martin, Plandemic II: Indoctornation, segue um rasto de dinheiro de três décadas que leva directamente aos principais protagonistas por trás da pandemia COVID 19. Plandemic II liga os pontos entre todas as formas de comunicação social, a indústria médica, a política e a indústria financeira para desmascarar os grandes conflitos de interesses com os decisores que estão actualmente a gerir esta crise…»
“O conflito mundial, hoje, é o povo contra os bilionários. A esquerda é apenas a militância a serviço dos bilionários que a sustentam.”
Olavo de Carvalho
“O bem-estar do povo sempre foi o álibi dos tiranos”
Albert Camus
Se o vídeo for censurado no youtube assista no Bitchute.
O médico pediatra e toxicologista Dr. Wong disse que prefeitos e governadores mal intencionados, usando a desculpa de “sem comprovação científica”, estão proibindo os médicos de prescrever hidroxicloroquina. Isso é crime contra a humanidade. Os donos do Facebook, Twitter, Google e Amazon ficaram bilhões de dólares mais ricos desde início da “fraudemia”. Tem gente ganhando bilhões e gente sendo paga para propagar o medo, como é o caso das “plataformas ligadas ao Corona Money”, que estão impondo uma censura global para quem ousar discordar das “ôtoridades” da OMS, políticos e da grande mídia.
O jornalista, escritor e comentarista brasileiro Guilherme Fiuza fez um interessante comentário dia 10/08 no programa “Os Pingos nos Is” da Rádio Jovem Pan, onde contestou o número de 100.000 mortos por Covid-19 no Brasil, a eficácia do lockdown para “salvar vidas” e as mentiras da OMS. Das 100 mil mortes, mais de 70 mil foram por outras causas e atribuídas ao Covid, para inflar os números. Tudo isso é para suprimir as liberdades individuais dos cidadãos e poder desviar bilhões dos recursos sem licitação do “combate ao Covid”, o chamado COVIDÃO.
Uma TV portuguesa fez reportagem sobre hospitais do Brasil que registram como óbitos por covid-19 pessoas que não morreram da doença. Num cenário de pandemia, principalmente com forte cobertura da imprensa, o caos público aumenta. E tudo isso significa mais dinheiro para políticos roubarem.
O grande engodo: indústria farmacêutica admite não ter como garantir a segurança da vacina contra o vírus chinês, e já antecipa-se procurando formas de se proteger contra ações judiciais.
A deputada italiana Sara Cunial denunciou no Parlamento Italiano a campanha criminosa e globalista de vacinação compulsória impulsionada pelo fundador da Microsoft, Bill Gates, e instou o presidente italiano a entregá-lo ao Tribunal Penal Internacional por crimes contra a humanidade. Ela também expôs a agenda de Bill Gates na Índia e na África, juntamente com os planos de controlar a raça humana através do programa de identificação digital ID2020.
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O período de 60 a 64 marca o auge da luta de classes no Brasil. Nos primeiros meses de 1964 esboçou-se uma situação pré revolucionária e o golpe direitista se definiu pelo caráter contrarrevolucionário preventivo. Houve chance de vencer, mas foi perdida. O pior é que foi perdida de maneira desmoralizante.[16]O historiador Daniel Aarão Reis Filho sobre a mitificação e romantização da luta armada de esquerda:
As ações armadas da esquerda brasileira não devem ser mitificadas. Nem para um lado nem para o outro. Eu não compartilho da lenda de que no final dos anos 60 e no início dos 70 (inclusive eu) fomos o braço armado de uma resistência democrática. Acho isso um mito surgido durante a campanha da anistia. Ao longo do processo de radicalização iniciado em 1961, o projeto das organizações de esquerda que defendiam a luta armada era revolucionário, ofensivo e ditatorial. Pretendia-se implantar uma ditadura revolucionária. Não existe um só documento dessas organizações em que elas se apresentassem como instrumento da resistência democrática.[17]A Marcha da Família com Deus pela Liberdade, foi uma reação ao discurso do presidente João Goulart no Comício da Central (13 de Março de 1964). A marcha foi apoiada por importantes think tanks conservadores como o IPES (Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais) e o IBAD (Instituto Brasileiro de Ação Democrática). Um dia após o golpe que depôs Goulart, foi realizada na cidade do Rio de Janeiro, a Marcha da Vitória, ocasião em que um milhão de pessoas reuniram-se para comemorar a ação dos militares.[18]
Não há provas de que os Estados Unidos instigaram, planejaram, dirigiram ou participaram da execução do golpe de 1964. Cada uma dessas funções parece ter competido a Castelo Branco e seus companheiros de farda. Ao mesmo tempo, há sugestivas evidências de que os Estados Unidos aprovaram e apoiaram a deposição militar de Goulart quase que desde o princípio. Os Estados Unidos reforçaram o seu apoio ao elaborar planos militares preventivos que poderiam ter sido úteis para os conspiradores, se houvesse surgido a necessidade.
(...) A catequese varia de acordo com as escolas e os grupos de alunos. Os que têm tendência à liderança são os preferidos. Aos elementos inexpressivos o importante é que votem com os "progressistas." Quando um aluno se revolta com a catequese que lhe é imposta, imediatamente o serviço de desmoralização entra em ação. Logo a Faculdade conhece o "burguês decadente," o "fascista," o "débil mental," o "reacionário," o "antinacionalista," o "entreguista," etc. E é por isso que muita gente não reage contra os elementos "progressistas da esquerda..."Moscou financiava a UNE (União Nacional dos Estudantes) através da UIE (União Internacional dos Estudantes).[26] Esta entidade, sediada em Praga, era responsável por disseminar o marxismo-leninismo pelo o mundo através de organizações estudantis e fiscalizava as organizações a ela associadas.[25] Em Junho de 1956, um cidadão tcheco foi detido em São Paulo portando material de propaganda comunista e, descobriu-se que este mantinha contatos com UNE e UBES (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas) com a missão da selecionar pessoas consideradas "progressistas" para "representarem" o Brasil em congressos estudantis de países da cortina de ferro.[25]
(...) A UNE, esta é a verdade, tornou-se uma das maiores células do comunismo internacional instalada em nosso território, servindo, os seus elementos, aos agentes bolchevistas, de quem, provavelmente, recebem dinheiro, pelos caminhos mais diversos... A entidade estudantil, portanto, constitui-se num problema de segurança nacional.[25]
– Sonia Seganfreddo
Eu vivi por algum tempo com o nome falso de Ivan Nogueira. Porque estávamos na ditadura militar e a gente só conseguia ir para a Rússia, protegido pela KGB. Foi este órgão que me deu uma identidade falsa, com retrato, e me transformou numa outra pessoa. Em seguida, eu fui para uma escola comunista para jovens, a Escola de Formação de Jovens Quadros, Komsomol, do Partido Comunista da União Soviética, onde eu estudei sobre o marxismo e o leninismo.A URSS financiava o movimento comunista mundial [26] (pelo menos desde 1935, Luís Carlos Prestes era remunerado pelo Comintern).[8] Segundo o general da KGB Oleg Kalugin:[28] "Por ordem do PCUS, a KGB enviava dinheiro aos partidos comunistas de outros países, inclusive do Brasil. Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, foram milhões dólares."[29] Vladimir Novikov, coronel da KGB que serviu como adido cultural soviético em Brasília nos anos 1980, afirmou que Roberto Freire foi o último comunista do país a receber contribuições da URSS.[26] Contribuição recebida quando o então senador era candidato na eleição presidencial no Brasil em 1989.[26]
Em 1970, eu voltei para o Brasil e vim para o Rio de Janeiro. Eu entrei no País pela Argentina, e a KGB inventou que eu estava na França. Toda a minha documentação sobre dia e horário da minha entrada naquele país foi falsificada, o que fazia parecer que eu tinha morado na França e não na União Soviética.
Eu vim para o Rio e queria apenas ser profissional do PCB. Mas nesse período houve muitas perseguições, mortes, e de repente, o partido que me dava um salário ficou sem dinheiro e eu morando de favor, na casa do jornalista Luiz Paulo Machado, a quem eu devo muito, e que foi meu colega na Komsomol.
Usando o México e Uruguai como bases operacionais para o resto do continente, a inteligência tcheca enfocou sua atenção primária no Brasil, na Argentina e no Chile, assim como no México e no Uruguai. Em fevereiro de 1965, o serviço enviou-me a vários países latino-americanos, incluindo Brasil e Argentina, para fazer uma avaliação pessoal do clima político local e buscar novas idéias operacionais. Na época, a inteligência tcheca tinha numerosos jornalistas à sua disposição na América Latina. Ela influenciava ideologicamente e financeiramente vários jornais no México e no Uruguai e mesmo possuía um jornal político no Brasil até abril de 1964. Mas a desinformação estava tradicionalmente associada em larga medida a técnicas de falsificação. A Operação Thomas Mann estava chegando ao fim quando cheguei ao Brasil.[30]A Revolução de Veludo pôs fim ao regime comunista da Tchecoslováquia em 1989 (ver: Revoluções de 1989) e, naquele mesmo ano, a StB passou a ser considerada uma organização criminosa sendo então extinta.[11] Em 1993, a República Tcheca e a Eslováquia separaram-se estabelecendo suas independências de forma pacífica, no que ficou conhecido como o "Divórcio de Veludo" (ver: Dissolução da Tchecoslováquia). Em 2007, a República Tcheca criou o Instituto para o Estudo dos Regimes Totalitários para investigar e denunciar os crimes do nazifascismo e comunismo. A antiga Tchecoslováquia foi ocupada pela Alemanha Nazista, de 1938 a 1945 (ver: Acordo de Munique e Europa ocupada pela Alemanha Nazista). Três anos após o término da II Guerra Mundial os comunistas tchecos, com auxílio da URSS, executaram o Golpe de Praga que extinguiu a última democracia da Europa oriental. E, de 1948 a 1989, o país foi governado por um regime comunista. Os arquivos da StB foram transferidos para o Instituto, que ficou responsável por sua guarda e análise e, obedecendo um a decreto do governo tcheco, de fazer a divulgação destes para o público em geral.[11] Em 3 de Junho de 2008, foi oficializada a Declaração de Praga sobre Consciência Europeia e Comunismo que coloca no mesmo nível os crimes contra a humanidade cometidos por regimes nazifascistas e marxistas-leninistas (ver: Comparação entre nazismo e stalinismo).
– Ladislav Bittman
(...) Isto aí vai virar de cabeça para baixo a narrativa da história dos últimos 50 anos da vida brasileira. (...) O dono da história é o dono da política. (...) A nossa verdadeira história está lá. Está nos arquivos da KGB. Enquanto não abrir isso nós não vamos saber o que se passou.[33] (...) A ameaça comunista" nunca foi um pesadelo de malucos ou uma "teoria da conspiração", mas sim uma presença intrusiva e avassaladora, o mais profundo golpe já desferido na soberania nacional.[34]
– Olavo de Carvalho
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